terça-feira, 7 de março de 2017

O meu da "Quinta do Ferro"

Já foi há um tempo (14 de Janeiro) mas finalmente aqui fica o meu desenho do encontro para desenhar a Quinta do Ferro.
Escolhi um canto que pode ser que venha a ser objecto da intervenção próxima prevista. A ver vamos...


quinta-feira, 2 de março de 2017

Rita Redshoes no Tivoli

Que grande concerto foi a actuação da Rita Redshoes no Tivoli há uma semana!
Para além de nos presentear com as suas lindíssimas canções, foi um privilégio escutá-las com os arranjos para as quatro cordas, dentro do espírito do seu último álbum, Her.
Tudo embrulhado na sua simpatia natural e boa disposição foi uma noite em cheio!




sábado, 25 de fevereiro de 2017

No Benfica-Chaves

Ontem fui à bola!
Aproveitei os minutos antes de começar e continuei no intervalo. Depois o Benfas precisou da minha atenção e tive que terminar em casa.
Para não me acusarem de faccioso, pintei a relva de verde!


domingo, 5 de fevereiro de 2017

Poda e empa em Carvalhal de Mouraz / 2

(continuação do post anterior)

Na tarde de sábado, após o trabalho é tempo de uma tradição destas terras: um lanchinho antes do jantar. Foi tempo para um robusto "rancho de grão", com boas carnes e belos enchidos. Entre outras houve de sobremesa uma cabidela de galo. Isto é uma brincadeira para as gentes daqui, mas uma dura prova para os "lindinhos" de Lisboa. Ainda mais porque o vinho não pára nos copos!
Mas é sem dúvida reparador fazer parte destes momentos de convívio são e genuíno!!


À noite (note-se, sem jantar) foi tempo de um simpático gin no restaurante "3 Pipos", enquanto desenhei a loja de vinhos.


Para fechar a noite, acompanhei a custo uma ida a uma discoteca da zona, que afinal se tratava de uma danceteria, bem animada aliás pelo duo i-band.pt.


No dia seguinte, dia de recuperação, ao almoço a estrela foi a nova habitante de Carvalhal de Mouraz, a Filipa, com quem a Marina se entendeu às mil-maravilhas!


Poda e empa em Carvalhal de Mouraz /1

Não pude ir ao workshop e conferência da Karina Kushnir, antropóloga e urban sketcher brasileira, mas fui também fazer um trabalho de antropologia, registando a actividade da poda e empa da vinha em Carvalhal de Mouraz, concelho de Tondela. Quer dizer, participei e registei.

Todos os anos nesta época, 4 amigos vão tratar da vinha de um deles. Tudo começa na sexta à noite, onde, a premiar uma viagem de fim de tarde desde Lisboa, se vai jantar no restaurante "3 Pipos", em Tonda. Quem não conhece, aceite o conselho e "conheça!!".


A seguir fomos para casa rematar a noite, para preparar o "lanchinho" do dia seguinte, ou seja, tratar das carnes para um rancho de grão, entretidos com uma geropiga mesmo especial.


No dia seguinte, às 8:30 h da manhã está tudo na vinha para a poda: cortar a floresta de vides que cresceram da época anterior, deixando apenas a mais saudável na qual se selecciona 8 olhos dos quais irão crescer as varas desta época. Não sei seleccionar a vara guia, mas fico com as restantes que corto para depois carregarmos para uma pira gigante a que se lança lume, para ficar reduzida a cinzas.

Parámos às 11:00 para entreter o dente e alimentar o espírito mas não deu para desenhar.



Só no final, antes do almoço e com tudo despachado, tive tempo para apanhar o Vasco a repetir a poda da macieira, a ver se consegue a mesma produção do ano passado.


A seguir ao almoço foi a altura da empa, ou seja, a operação de vergar a vara que foi deixada da poda, encaminhando-a no arame e fixando-a com vime, cordão de plástico ou, a novidade deste ano, uns atilhos de borracha que são reutilizáveis no próximo ano. Mas isto da empa é para entendidos. Em particular na "tinta roriz" cuja haste não é tão maleável como a da "jaen", e que facilmente quebra inviabilizando todo o pé de vinha.


(continua no próximo post)

sábado, 28 de janeiro de 2017

Minis ao Monte

Foi nesta quarta-feira que partiram os 7 minis de Lisboa, em frente ao ACP, em direcção a Monte Carlo, em homenagem aos 50 anos da 3ª vitória no Rally de Monte Carlo. O meu amigo David levava a sua fiel réplica do 177.

E os outros levaram nas portas o meu logótipo.







terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Os meus "Roque Gameiro"

Para não ser acusado de que guardo tudo para a última, publico aqui antes do prazo acabar (é já amanhã!!) a minha contribuição para a fantástica iniciativa do Pedro Cabral: registar hoje os mesmos locais que o Alfredo Roque Gameiro desenhou pela Lisboa desses tempos.

Foi um fim de ano em beleza, a deambular por parte de Alfama, acompanhado pelo Filipe Almeida que sabia bem onde irmos. Pena que as ruas estreitas do bairro não deixassem o sol chegar-nos e as mãos se queixassem e muito do frio. Quem ficou a perder foi a aguarela que só pôde ser dada em casa.

   



segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Ano novo / técnica nova

Já lá vai um (bom) bocado que não publico. Por isso... que melhor altura do que o início do ano para regressar, mesmo a tempo de desejar a todos EXCELENTE 2017!! carregadinho de riscos, desenhos e rabiscos!

E volto, em jeito de plano para 2017, com as primeiras experiências com a Poska branca, que testei a pensar nos desenhos do Vicente e do Miguel Herranz, e que espero trabalhar neste novo ano.

São desenhos de espera: de umas pizzas e massas em Belém e de uma consulta da filha que deu para dar um saltinho à porta da Estufa Fria.




domingo, 20 de novembro de 2016

Foram desenhar com... migo

Ontem foi um dia mesmo gratificante. Fiquei deveras contente com a adesão de sketchers que fez questão de rumar ao Museu do Carmo para me ouvir a falar do meu percurso como urban sketcher e no fim partilharmos uma proposta de desenho no espaço do convento.

Tentei mostrar como o desenho esteve sempre presente na minha vida e como, se não praticado, como nos meus 30 anos de arquitecto, se perde a mão e o traço. O desenho em cadernos - e a regularidade que convida e permite - promove a evolução notória de qualquer um, dos que desenham mais ou dos que desenham menos, dos que já desenharam e dos que nunca desenharam. E sempre com (muitos) erros pelo caminho.

Na proposta de desenho, com o tema "Composição na página", convidei a registarem de um modo que eu raramente o faço, por precipitação, mas que persigo fazer: pensarem antes de desenhar. Ou seja, gerir a distribuição nas 2 folhas do caderno de um desenho de um detalhe, um desenho do contexto e a legenda do local (ou logo), permitindo senão mesmo forçando a sobreposição dos 2 desenhos, mas assegurando o protagonismo do detalhe através do traço mais intenso, ou de sombras mais marcadas, ou de mais informação, ou... A rematar, desenhar mas não escrever as letras do local.

Abaixo estão os exemplos que fiz no fim-de-semana passado.
E imagens de quase todos os que se juntaram a mim neste tarde memorável, num espaço que é um verdadeiro luxo. (Obrigado à Rita por nos acolher)









sábado, 12 de novembro de 2016

"Vamos desenhar com..." migo

(volto às publicações depois de 3 semanas sem computador)

É já no próximo sábado que vai ser a minha sessão da série de conversas/oficinas "Vamos desenhar com", no Museu Arqueológico do Carmo (Convento do Carmo)!
Irei falar um pouco do meu percurso como urban sketcher, das minhas fixações, das minhas angústias, das minhas expectativas. Vou mostrar desenhos antigos, desenhos que saíram bem,  desenhos que saíram mal, enfim vou mostrar os podres da minha vida!
Ou seja, não podem faltar!
A sessão será completada com um convite a desenharmos juntos uma proposta naquele deslumbrante e inesgotável espaço que é o convento e museu do Carmo.
Apareçam!!